Mundo Imobiliário

Entradas do Maio 2008

A grande preocupação do momento: animais em casa

21 Maio, 2008 · Deixe um comentário

Animais em casa

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Números da Construção Imobiliária em Curitiba (2007)

19 Maio, 2008 · 1 Comentário

1/4/2008 – Curitiba: numeros da construção imobiliária em 2007

ÁREA LIBERADA PARA NOVAS CONSTRUÇÕES – RESIDENCIAIS E NÃO RESIDENCIAS – EM 2007 ATINGIU 2,3 MILHÕES DE M2, AUMENTO DE 37% SOBRE O ANO ANTERIOR

Com mais crédito, redução na taxa de juros e alongamento nos prazos de financiamento, o mercado imobiliário no País ganhou vitalidade e puxou o crescimento do setor da construção civil em 2007. Em Curitiba, os dados consolidados de 2007 sobre a produção (concluídos e em construção) revelam um mercado imobiliário em expansão e projetam um cenário promissor para 2008.

Na capital paranaense, a área liberada para novas construções (residenciais e não residenciais) em 2007 atingiu 2.286.501 m2, um aumento de 37% em relação ao ano anterior, quando foram liberados 1.671.251 m2. Com base nos dados da Prefeitura de Curitiba, foram liberados para construção um total de 14.248 unidades (residenciais e não residenciais) – 22% superior ao licenciado em 2006 (11.661 unidades).

É nos números da construção residencial que se verifica o melhor desempenho do mercado imobiliário desde o ano 2000. A área liberada para construção residencial em 2007 atingiu 1.689.103 m2, o que representa 49% sobre a área licenciada em 2006 (1.136.862 m2). Foram licenciadas 12.638 unidades, um aumento de 24% em relação a 2006 (10.224 unidades).

Do total de 12.638 unidades residenciais liberadas para construção, 66% ou 8.298 unidades estão sendo construídas em prédios com até três pavimentos. Em relação à área de cada unidade, predominam as licenças para construção de moradias com até 75 m2 (35% – 4.421 unidades). Outro destaque é o aumento dos alvarás para construção de unidades com área entre 101 m2 a 150 m2, num total de 2.849 moradias (23% do total liberado).

Alvarás para novas construções em Curitiba
Área total liberada – residenciais e não residenciais (m2)

Ano Residencial Não Residencial Área Total
2000 1.215.203 410.580 1.625.783
2001 1.120.379 485.223 1.605.602
2002 1.494.186 534.630 2.028.816
2003 854.728 423.384 1.278.110
2004 977.478 662.779 1.640.257
2005 1.252.474 586.705 1.839.179
2006 1.136.862 534.389 1.671.251
2007 1.689.103 597.398 2.286.501

Conclusão de obras

A produção imobiliária em Curitiba, medida pela conclusão de unidades residenciais e não residenciais, atingiu 1.050.657 m2 em 2007. Foram emitidos certificados de vistoria e conclusão de obras (CVCO) para um total de 8.540 unidades. A área construída é 27% menor que a registrada em 2006 que ficou em 1.438.896 m2 e pouco acima do volume concluído em 2005 com 948.955 m2.

. A área residencial concluída atingiu 835.069 mil m2, totalizando 7.621 unidades. Desse total, 2.253 unidades (30%) têm até 50 m2. Outras 884 unidades (12%) têm entre 51 m2 e 75 m2.

. 5.335 unidades residenciais (70%) foram construídas em edificações com até três pavimentos.

. 1.443 unidades residenciais (19%) em prédios entre 4 e 8 pavimentos.

. 843 unidades (11%) com mais de 8 pavimentos.

Produção imobiliária (conclusão de obras) em Curitiba
(Residencial e não residencial) – Em m2

1997 1.178.856 m2
1998 1.607.398 m2
1999 1.503.107 m2
2000 1.638.692 m2
2001 1.254.761 m2
2002 1.034.309 m2
2003 620.980 m2
2004 884.563 m2
2005 948.955 m2
2006 1.438.896 m2
2007 1.050.657 m2


Lançamentos em 2007: 58 empreendimentos verticais

Outro indicador que confirma o aquecimento do mercado vem da pesquisa sobre lançamentos imobiliários realizada pelo Instituto Bridi para o Sinduscon-PR. O levantamento – que reúne informações sobre os empreendimentos verticais com quatro ou mais pavimentos colocados para venda – revela que o mercado construtor respondeu à ampliação da demanda formada por compradores de uma classe média mais exigente, agora com acesso facilitado ao crédito e mais segurança para investir em imóveis vendidos na planta.

Em 2007, foram lançados em Curitiba 58 empreendimentos verticais, somando 3.927 unidades residenciais. O número de lançamentos cresceu 108% em relação a 2006 (1.892 unidades) e 130% na comparação com 2005 (1.708 unidades).

O perfil dos empreendimentos lançados em 2007 reflete o momento de expansão do mercado imobiliário em Curitiba. Reunidos em apenas seis empreendimentos serão construídos 1.750 apartamentos, 45% do total lançado no ano. Na liderança dos lançamentos está o bairro Cristo Rei, que teve 701 apartamentos lançados em 2007, com unidades de dois, três e quatro dormitórios. Na seqüência, vem o Mossunguê (Ecoville) com 483 apartamentos. Também concentram lançamentos os bairros Água Verde, Rebouças e Centro.

Estes empreendimentos com duas ou mais torres, buscam atender à nova tendência do mercado comprador mais exigente que procura um residencial, com segurança, mais serviços, equipamentos de lazer e muita área verde. Um perfil de moradia que alia conforto e qualidade de vida.

Há evolução, também, no Índice de Venda de Imóveis Novos, indicador pesquisado pelo Instituto Bridi que mede a velocidade de venda dos empreendimentos. O índice de venda dos imóveis residenciais que em 2006 ficou na média de 9,6% chegou a 11% em 2007. As unidades com um e dois dormitórios apresentaram desempenho acima da média emplacando um índice de venda de 12%.

Lançamentos imobiliários em Curitiba
(Unidades residenciais em empreendimentos verticais)

Ano Unidades residenciais

2000 991
2001 1.711
2002 1.650
2003 1.860
2004 1.006
2005 1.708
2006 1.892
2007 3.927

fonte: http://www.sinduscon-pr.com.br/noticia.asp?id=779

Categorias: Mercado Curitibano

O VGV é um indicador importante para analisar o desempenho das empresas

16 Maio, 2008 · Deixe um comentário

Setor Imobiliário
Desempenho

A consolidação no mercado das construtoras e incorporadoras imobiliárias é o próximo evento do setor. A capitalização, através do lançamento de ações no mercado de capitais, foi o começo do anunciado boom imobiliário. Apesar de crescer a taxas superiores a 5% aa, o momento de ouro ainda não chegou. As taxas de juros estão altas e as instituições financeiras ainda necessitam de conhecimentos sobre crédito imobiliário.

A diversificação de produtos é um filão que começa a aparecer agora e já anima o mercado, mas não é uma estratégia adotada por todas incorporadoras. A aposta recente tem sido nas construções para as classes média e baixa, e está fundamentada no aumento da renda da população. Entre os novos movimentos também estão os acordos entre as empresas e os bancos na formação de linhas de financiamento para imóveis. Além disso, parcerias com empresas regionais, de localidades até então pouco exploradas, mas com grande potencial, como a região Nordeste.

PL/R$ Milhões 4T06 1T07 Variação %
Abyara NM 7/7/06 168.213,00 171.875,00 2,2
Agra Incorporadora NM 25/4/07 100,82 98,70 (2,1)

Mercado de Ações

O setor é arriscado, mas é um bom investimento. O que o investidor precisa saber é escolher.
A primeira dificuldade é a variedade de empresas. Muitos analistas recomendam aplicar em mais de dois papéis , nunca ter uma única opção, nem formar uma carteira com papéis só do setor. O primeiro passo é conhecer com detalhes as companhias. Não se deve esperar ganho de curto prazo e nem ficar com o papel quando a rentabilidade ultrapassar o potencial de valorização pretendido inicialmente. Não se devem tomar decisões baseadas em notícias sobre ações pontuais, como compra de terrenos, mesmo sabendo que a formação do chamado landbank ou banco de terrenos é importante para o futuro dos empreendimentos.

Estas companhias estão com múltiplos altos, mas isso não representa risco. A cotação e o indicador de preço por ebitda refletem a expectativa do mercado. De acordo com um analista, arriscado tem sido decidir investir apenas olhando a relação preço e lucro. O lucro líquido das companhias foi impacto negativamente por gastos com as emissões de títulos de dívidas e de ações nos últimos trimestres. Outro índice, que deve ser visto com cuidado, é o VGV. Ele indica o valor que uma empresa estima comercializar uma construção quando ela estiver pronta. Na opinião desse analista, falta transparência às empresas ao publicar o VGV: “em muitos casos, por exemplo, as companhias não divulgam o prazo de entrega da obra”

Opinião do Mercado

André Segadilha – Gerente de Análise da Prosper Gestão de Recursos

É um setor que depende da expansão da demanda da população. É dependente também do aumento da oferta de crédito e do crescimento da renda. O pacote do governo federal de redução de impostos para o segmento é um diferencial. Já teve seu risco reduzido com a abertura de capital das empresas e com a demanda efetiva por imóveis no país. Tem o risco semelhante a outros negócios relacionados à construção.Não considero mais arriscado, mas sim mais sensível.

A atuação de algumas companhias em mercados de renda baixa tem um ciclo mais curto de investimento. Isso significa a venda para famílias com ganho entre 10 e 5 salários mínimos, e um imóvel entre R$ 20 e 70 mil. A construção é mais rápida. A empresa gira o capital mais rápido e tem a possibilidade de gerar mais caixa e mais VGV na carteira de projetos. O risco de inadimplência (que é maior do que a venda para famílias com alta renda) diminui quando a companhia oferece linhas de financiamento para o cliente. O VGV é um indicador importante para analisar o desempenho das empresas.

fonte: http://www.acionista.com.br/setor/090707_setor_imobiliario.htm

Categorias: Dicas · Investimento