Mundo Imobiliário

Entradas do Agosto 2008

Agora Tarjab em Curitiba

31 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

Construtora paulistana Tarjab segue para o mercado paranaense com lançamento em Curitiba

[31-08-2008]

Em 2007, foram lançados em Curitiba 58 empreendimentos verticais, somando 3.927 unidades residenciais. O número de lançamentos cresceu 108% em relação a 2006 (1.892 unidades) e 130% na comparação com 2005 (1.708 unidades), segundo o Sinduscon do Paraná. A cidade também é o quinto PIB (Produto Interno Bruto) do país.

Com dados tão animadores, a Tarjab não poderia perder esta oportunidade e começou este ano a alçar vôos em direção ao forte mercado do Sul do país. Neste final de semana, no privilegiado bairro Cabral, região central da cidade, lançará o The F1rst Curitiba.

O empreendimento, com dois amplos dormitórios, distribuídos em 65 m2, será lançado no sábado (30), mas as obras já foram iniciadas. “Estamos em Curitiba em parceria com a construtora Grafit”, explica o diretor comercial da Tarjab, Sérgio Ros. “Essa também é uma tendência de mercado, a realização de parcerias para aproveitarmos os nossos recursos e a expertise das construtoras locais sobre o mercado paranaense”, completa.

“A demanda por apartamentos de dois dormitórios com suíte é muito grande e o mercado em Curitiba está muito aquecido”, diz o diretor da Grafit, o engenheiro Francisco Antonio de Lima.

Com uma única torre, o The F1rst Curitiba terá 12 andares e 48 unidades. Como o plano diretor da cidade exige um mix de comércio e residência, o empreendimento terá também 10 salas comerciais e 3 lojas no térreo. A previsão é que seja entregue em 2010.

O The F1rst Curitiba não é o primeiro empreendimento da Tarjab fora da cidade de São Paulo. A construtora já deixou a sua marca no Guarujá, Sorocaba e Riviera de São Lourenço. Sérgio Ros acredita que Curitiba será apenas o primeiro passo para a compra de terrenos em outras regiões do país. “Estamos de olho, esperando novas oportunidades de incorporação”.

25 anos de experiência
A Construtora Tarjab vai completar 25 anos e especializou-se em fornecer aos seus clientes algo que vai além de um simples espaço físico. A idéia é que as pessoas recebam um imóvel que não é simplesmente um apartamento, mas sim um lar.

Os mais avançados procedimentos de construção são utilizados, assegurando uma qualidade superior em todas as unidades entregues. Atuando dessa forma, a Tarjab se consolida como uma das empresas mais respeitadas e que mais cresce em seu segmento.

Tarjab em números
3.853 unidades construídas
593.382 m² de área construída
58 obras concluídas

fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=notas&id=21713

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Comprando na planta

30 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

Presença de um advogado e leitura atenta evitam dores de cabeça.

Para evitar as altas taxas de juros, cada vez mais pessoas estão recorrendo aos financiamentos das construtoras. Comprando imóvel na planta, o mutuário livra-se da TR e do impacto dos juros e os reajustes das prestações só podem atingir 12%  devendo seguir a correção monetária. Para fechar um bom negócio e garantir que essas regras sejam seguidas é preciso prestar atenção aos contratos de compra. Algumas construtoras que adotaram indevidamente a TR, aplicando juros sobre juros nos reajustes estão sendo processadas. A Coordenadoria de Defesa do Consumidor já ganhou ações que questionavam  a cobrança de resíduo inflacionário em contratos de venda na planta. Uma leitura mais atenta do contrato antes de assiná-lo pode evitar aborrecimentos já que na maioria dos casos os itens contestados já estão ali previstos. Em um dos casos que foram para o Ministério Público, a correção das prestações era retroativa à data em que a construtora pegou o financiamento com o banco para levantar o prédio. O valor subiu de R$ 2.500 para R$3.300 e a construtora teve que devolver o equivalente a 20 prestações, ou seja, R$66 mil. A presença de um advogado especializado em Direito Imobiliário é ideal na hora de assinar o contrato, principalmente porque ao comprar um imóvel, a euforia é tanta que itens podem passar despercebidos. Porém, o fato de assinar um contrato não impede que o mutuário o questione na Justiça. O Código de Defesa do Consumidor criou um novo princípio no Direito permitindo que as cláusulas do contratos sejam questionadas quando tornarem-se extremamente onerosas para uma das partes. Algumas construtoras criam um artifício jurídico que as permita cobrar juros acima dos 12% permitidos por lei e aplicar índices de correção monetária. Nesse caso, fazem um contrato como se o comprador estivesse assumindo a dívida pelo apartamento com o banco que financiou a construção do edifício. Dessa forma, alguns contratos adotam a TR como índice de correção monetária, o que é ilegal. A TR só pode ser utilizada em financiamentos pelo sistema financeiro, ou seja, através dos bancos. Atenção também para quem compra à vista imóvel na planta Quando uma construtora pega financiamento para levantar uma construção, os apartamentos são a garantia do pagamento do empréstimo. Portanto, pagamentos em atraso podem causar a execução da hipoteca do apartamento.  Para evitar esse problema, o cliente deve dar o sinal e pedir à construtora que solicite ao banco o percentual do preço do imóvel que será financiado pelo banco. Esse valor deverá ser pago diretamente ao banco pelo comprador, que não poderá transferir essa obrigação à construtora. Assim, para que o cliente receba imediatamente a quitação da parte que foi financiada, a escritura de compra do imóvel deve ser assinada pelo banco. Em seguida, o imóvel deve ser registrado no nome do comprador. Assim como na compra à vista, as pessoas que financiam um imóvel devem acompanhar se a construtora está pagando ao banco em dia, já que o apartamento também é a garantia do empréstimo da construtora junto à instituição financeira. Recomenda-se que após pagar cerca de 40% do valor do imóvel, o comprador procure o banco para verificar a situação da construtora. Ao constatar inadimplência, o cliente deve exigir a regularização dessa situação entrando com uma ação ou, se preferir, pode pedir na Justiça para pagar as prestações diretamente ao banco. Em caso de falta de pagamento por parte do comprador, a construtora retoma o imóvel e devolve cerca de 20% a 60% do que foi pago pelo mutuário. Este valor pode ser parcelado em até 48 meses. Essa cláusula está prevista em todo contrato de financiamento, a chamada ‘cláusula penal’. Você já percebeu quanta dor de cabeça pode causar uma assinatura de contrato sem a atenção devida. Portanto, agora que você já conhece um pouco as regras de compra de um imóvel, na hora de assinar, leia atentamente seu contrato e bons negócios.

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A Cada dia mais corretores no mercado

29 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

Extra, 24/ago

O número de corretores que entram no mercado cresce todos os anos. Em 2007, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio (Creci-RJ) registrou 2.383 novos profissionais. Esse total representa um aumento de 80% de profissionais na área, se comparado com 2006. Segundo o presidente do conselho, Cashniro Vale, o ritmo da procura pelo trabalho, no primeiro semestre de 2008 se mantém em alta: foram recebidos 1.641 pedidos de inscrição, entre profissionais e estagiários.

Mas Casimiro Vale lembra que ser corretor hoje requer mais preparo. O mercado, segundo ele, está mais exigente.

As pessoas estão mais informadas, talvez pelo advento da internei Então, é preciso acompanhar  disse o presidente.

Por isso, o conselho oferece cursos de formação para auxiliar os novos e atuais corretores. Amanhã, o Creci vai inaugurar uma bibliotecapara a categoria. Além disso, há cursos técnicos e superiores voltados para essa formação.

A remuneração dos corretores no Rio é tabelada. O percentual de comissão deve ser de 6% para vendas avulsas e 1,25% em caso de lançamentos na planta.

fonte: http://ademi.webtexto.com.br/article.php3?id_article=27565&recalcul=oui

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Atenção: Financiamento com FGTS e desconto em folha

28 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

O Globo, Informe Publicitário, 25/ago

O Banco Real vai oferecer, ainda este ano, financiamento de imóveis com recursos do FGTS e crédito imobiliário com desconto em folha de pagamento. A previsão é de que até novembro as duas opções, que têm taxas de juros mais atraentes, estejam disponíveis. As informações foram dadas pelo superintendente executivo de Crédito Imobiliário do banco, Antonio Barbosa, no Salão do Imóvel 2008.

Segundo Barbosa, apesar do desenvolvimento do mercado imobiliário nos últimos anos/ ainda há bastante espaço para concessão de financiamento.

- A relação entre o crédito imobiliário e o PI B no Brasil é de apenas 2%. No México o percentual saltou de 1% para 9% em 15 anos. A perspectiva é de que o Brasil alcance o mesmo patamar até 2015 – afirmou.

Barbosa destacou que ainda há muito a ser feito para diminuir o déficit habitacional do país, hoje de 7/9 milhões de unidades. Ele observa que até 2020 serão necessárias 27,7 milhões de novas moradias para atender ao crescimento das famílias, zerar o déficit habitacional e acabar com a habitação precária. Para ele, o principal desafio do governo é facilitar o acesso ao crédito da parcela da população que recebe até três salários mínimos e, portanto, tem maior dificuldade de obter financiamento privado.

Ele enfatizou os avanços já registrados pelo setor: o crescimento de 86,7% nos financiamentos concedidos no Brasil de janeiro a junho deste ano, na comparação com igual período de 2007, registrando R$ 12,95 bilhões. O total de unidades financiadas foi 59% superior na mesma comparação, passando de 81 mil para 129 mil.

Segundo o Banco Central e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a expectativa para este ano é emprestar, com recursos da poupança, cerca de R$ 30 bilhões para a casa própria. O volume será 64% superior aos R$ 18,3 bilhões de 2007. “Até junho deste ano, o número de unidades financiadas no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) foi de 128,44 mil, sendo 23% imóveis até R$ 150 mil, 21% acima de R$ 150 mil e 56% para construção. De janeiro a dezembro de 2007, foram financiados 195,9 mil imóveis.

Entre os fatores que contribuíram para a expansão do crédito imobiliário, Barbosa destacou a estabilidade econômica, taxas de juros decrescentes, controle da inflação, aumento de emprego e renda e maiores prazos dos financiamentos. O executivo prevê a continuidade de um cenário positivo no mercado Imobiliário, com aumento dos incentivos do governo para o segmento de baixa renda, aumento do poder de compra, redução nas taxas de juros a longo prazo e tendência de redução na idade média das pessoas que estão financiando imóveis.

Vale lembrar que a utilização do FGTS pelo banco para oferta de crédito imobiliário nada tem a ver com a utilização do fundo pelo trabalhador para financiamento da casa própria. Na prática, o FGTS é mais uma fonte utilizada pela instituição para oferta de crédito, assim como os recursos da caderneta de poupança, porém, com taxas de juros mais baixas.

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Entendendo os nichos do mercado potencial

28 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

Construtoras miram gays e evangélicos

O Estado de São Paulo, Clarissa Thomé, 24/ago

Lançamentos de condomínios voltados a públicos específicos ganham adeptos em Rio, São Paulo e outros Estados; inspiração é européia

Um promete ser o “metro quadrado menos quadrado da Bahia”. O outro oferece vizinhança “cristã”. Apesar de terem alvos bem diferentes, dois empreendimentos recentes chamam a atenção ao seguir a última tendência do mercado imobiliário – oferecer condomínios a públicos cada vez mais segmentados. Na Bahia, a Plena Empreendimentos está prestes a entregar as chaves do primeiro village gay do País, o Aldeia Saint Sebastien, em Arembepe. No Rio, a Tenda lançou em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, o Comandante Life 1, “primeiro residencial clube evangélico”, conforme anúncio voltado a pastores.

As vendas do residencial evangélico começaram em 9 de agosto, após culto de lançamento da pedra fundamental, que reuniu cem pessoas sob chuva. Em 11 dias, metade dos 224 apartamentos já estava vendida. O condomínio tem todas as facilidades de um clube residencial convencional – piscinas, churrasqueira, salão de festas, espaço gourmet, parque infantil. O diferencial é que terá também uma Bíblia de bronze e os apartamentos só são oferecidos a fiéis evangélicos.

“Não é um projeto discriminatório. O que queremos é oferecer qualidade de vida, com vizinhança boa e confiável. Quem não for evangélico pode comprar. Mas vai saber que a maioria evangélica vai votar na convenção e estabelecer regras, como proibir álcool, fumo e palavras de baixo calão nas áreas comuns”, diz o secretário-geral da União Nacional Evangélica (UNE), Alcindo Plácido.

O projeto existe desde 1995. Plácido e Roberto Guarnier, donos da Taipá Planejamento e Construção, chegaram a lançar um conjunto habitacional nesses moldes num dos feirões da Caixa Econômica. Mas o financiamento estava em baixa, e o imóvel não deslanchou. O convênio com a Tenda permitiu que ele saísse da prancheta. “A média da Tenda é iniciar as construções com cerca de 30% dos contratos fechados. Vamos esperar para ultrapassar os 50% para garantir o caráter evangélico”, disse.

Na primeira etapa, não houve anúncio público do condomínio. A UNE, que congrega evangélicos de diferentes denominações, apresentou o projeto a pastores, que indicaram fiéis “em campanha de orações pela casa própria” com o perfil econômico necessário – renda familiar de R$ 1.800. Os apartamentos têm entre 56 m2 (dois quartos) e 78 m2 (três quartos dúplex) e custam a partir de R$ 79 mil. A cobertura permite instalação de piscina. A entrada é de R$ 1.100, as prestações iniciais saem a R$ 300.

A professora de Educação Física Kellen Damasceno Ribeiro, de 32 anos, e o assistente jurídico Adams da Luz Ribeiro, de 42, moram de aluguel e souberam do imóvel pelo pastor da igreja que o pai dela freqüenta. Os dois serão vizinhos do pai da moça, de dois casais e de um “rapaz solteiro” – todos da Igreja do Evangelho Quadrangular. “O lar deve ser ambiente de sossego, descanso. Se os vizinhos têm a mesma disposição, é mais fácil se entenderem”, disse Kellen.

O sucesso do negócio fez com que Plácido e Guarnier fossem procurados por construtoras até de fora do Estado. “Estão percebendo que o evangélico é bom cliente, persevera. Além disso, tem maior poder aquisitivo porque não bebe, não fuma e não tem segunda família”, diz Plácido.

SEM PRECONCEITO

Na Bahia, a Plena também apostou num público com bom poder aquisitivo – os gays. O Aldeia Saint Sebastien, homenagem ao santo escolhido pelos homossexuais, foi anunciado como o “metro quadrado menos quadrado” da Bahia. O condomínio fica de frente para o mar, na Praia do Piruí, e tem 68 apartamentos – o de três quartos com mezanino custa a partir de R$ 125 mil. Entre os compradores, apenas sete mulheres e um terço de estrangeiros.

A construtora inspirou-se em modelos comuns na Europa. Pesquisas revelaram o que público gay queria – cozinha americana, área de lazer ampla, ofurô, espaço gourmet, fitness e home theater. “Não é para família tradicional. A cozinha é americana, porque não se cozinha ali todo dia. Não tem parquinho para as crianças, mas tem espaço gourmet, onde as pessoas podem se reunir”, diz a arquiteta Mila de Azevedo, uma das autoras do projeto.

Com a proposta de agradar a um “público mais aberto”, alguns dos apartamentos são como lofts, com espaços livres. “Nada impede, por exemplo, que, na convenção do condomínio, a maioria decida por estender horário de festas, já que a regra tradicional é que o som seja reduzido a partir das 22 horas”, diz o diretor-financeiro da Plena, Iranildo Machado.

O funcionário público Cláudio Teixeira, de 46 anos, vendeu um apartamento em Salvador para mudar-se para Arembepe. “Em 2006, passei seis meses nos EUA e conheci essa proposta de moradia. Achei muito interessante. Quando vi que lançaram uma igual aqui, decidi que era hora de mudar de vida. Pedi transferência no emprego e vou trabalhar perto da casa nova.” A entrega das chaves está prevista para a primeira quinzena de setembro.

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