Mundo Imobiliário

Curitiba: Campo Comprido

24 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

No livro “O símbolo à sombra das araucárias” , o escritor José de Andrade Muricy conta um pouco da história desse bairro, que tem origem no tempo das sesmarias, época da colonização portuguesa. As terras da região estavam na sesmaria de Baltazar Carrasco dos Reis, nos idos de 1660. No livro, Muricy escreve que descendentes do pioneiro povoador ficaram no bairro até o começo do século XX.

Depois, a região foi sendo ocupada com a expansão das colônias vizinhas de Órleans, Santo Inácio, Dom Augusto, Rivière e Dom Pedro, fundadas em 1876.

Por muito tempo o Campo Comprido era passagem para o caminho que levava a Ponta Grossa e região dos Campos Gerais. Povoada por chácaras, a então Estrada do Mato Grosso – hoje Eduardo Sprada – era área rural e sossegada. Hoje, a Eduardo Sprada é pólo de sofisticados condomínios residenciais, e leva ao terminal de transporte coletivo Campo Comprido, ao trecho da BR-376 que integra o contorno rodoviário da cidade, e ao Parque Passaúna.

O bairro faz divisa com Santa Quitéria, Mossunguê, Fazendinha, Cidade Industrial e Orleans.

Atualmente o bairro têm se tornado região de condomínios horizontais, alguns bastante sofisticados, mas a maioria composta por conjuntos de sobrados. São muito poucos os edifícios erguidos na região. O Campina do Siqueira abriga, ainda, o loteamento Jardim Esplanada, implantado nos anos 70 ao lado do rio Barigui, para famílias de classe média.

Dados do bairro

Área (m²): 8.549.000,00

População Total: 21.638

Comércio: 240

Indústrias: 85

Serviços: 265

Área Verde (m²): 2.843.984,66

Área Verde por Habitante (m²): 131,43

Domicílios: 7.837

Distância do bairro ao Centro (Marco Zero): 6.691 m

Jardinetes: 03

Praças: 09

Fonte: Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Dados de 2000 a 2006.

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Espalha-se o boom de imóveis

24 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

Com o aumento da renda e do emprego formal, aliado à oferta maciça de crédito, o boom imobiliário já registrado nos bairros das capitais onde há boa oferta de serviços públicos se espalha agora para a periferia das metrópoles e para outras cidades do interior onde é mais forte o ritmo de desenvolvimento econômico. Como mostrou reportagem de Rodrigo Brancatelli, publicada no Estado de domingo, núcleos como Águas Claras, no Distrito Federal, a 10 km de Brasília; a capital de Rondônia, Porto Velho; o município de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte; a capital do Tocantins, Palmas; e Vila Velha, Serra e Cariacica, na região metropolitana de Vitória, vivem uma fase sem precedentes de crescimento imobiliário.

Águas Claras, com 60 mil habitantes e 400 novos edifícios prontos, tem outros 120 em construção. Em Porto Velho estão sendo construídos três prédios para cada edifício novo já pronto e implantados dois shopping centers. Nova Lima, com apenas 70 mil habitantes, tem hoje 34 loteamentos prontos e 7 em construção, destinados à classe média alta e abriga um número crescente de edifícios comerciais, para atender às 1.700 empresas que se instalaram na cidade. Em Palmas, o crescimento demográfico de 156,5% em uma década, um dos maiores do País, aliado à criação de empregos públicos e de cursos universitários explicam o lançamento de dezenas de edifícios para abrigar os novos moradores. No Espírito Santo, tanto na capital como em Vila Velha, Serra e Cariacica, na região metropolitana de Vitória, 353 empreendimentos estão em construção, com 23.081 unidades habitacionais, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil. Em Goiânia e Natal, a oferta de imóveis cresceu além da demanda e o mercado já enfrenta retração.

Alimentados pela oferta de crédito imobiliário, os investimentos na construção civil ajudaram a elevar a Formação Bruta de Capital Fixo para 17,5% do PIB em 2007 e 18,5% do PIB, conforme estimativas recentes, no primeiro semestre de 2008. “O crédito farto fez que o boom se espalhasse”, afirmou o diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio, Luiz Paulo Pompéia. No primeiro semestre, 128,4 mil imóveis, no valor total de quase R$ 13 bilhões, foram financiados com recursos das cadernetas de poupança. Para o ano, estima-se que serão financiadas mais de 260 mil unidades. Nas faixas de renda alta, as famílias preferem usar recursos próprios a se endividar. É nas camadas de renda média, portanto, que o crédito imobiliário é mais utilizado.

Como sempre acontece, o boom imobiliário não tem sido acompanhado dos investimentos correspondentes em serviços públicos. Faltam, nas áreas em expansão imobiliária, serviços básicos – principalmente água e esgoto tratados, transportes públicos de massa, segurança. Reproduzem-se, nessas áreas, os problemas das metrópoles, como os congestionamentos de trânsito, deficiências de infra-estrutura e o aumento da criminalidade. “A principal questão é que não se calcula a capacidade de suporte das cidades”, afirmou o urbanista Cândido Malta.

O boom imobiliário provocou, ainda, uma grande procura por terrenos para incorporação, materiais de construção e mão-de-obra especializada. Com isso, o Índice Nacional dos Custos da Construção (INCC-M) subiu 7,68%, nos primeiros sete meses de 2008, superando os 6,04% de todo o ano passado. Financiamentos imobiliários oferecidos pelas construtoras baseiam-se, muitas vezes, no INCC-M ou no IGP-M, que aumentou 8,71%, em 2008. Por ora, o aumento da inflação não bastou para afugentar os compradores, segundo avalia o presidente do Sindicato da Habitação, João Batista Crestana. Isto se explica porque os prazos de aquisição dos imóveis são, hoje, bem maiores do que eram na primeira metade desta década e porque os juros são relativamente módicos (em torno de 9% ao ano mais TR).

O ritmo da construção civil tem muitos aspectos positivos, pois fortalece o emprego e o investimento. Mas os poderes públicos deveriam antecipar-se às conseqüências de um boom, dotando os bairros de infra-estrutura urbana.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080822/not_imp228643,0.php

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Cartilha da Casa Própria da Caixa

24 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

Algumas pessoas me pediram esta cartilha. Olha, é possivel baixar esta entre outras tantas direto do site da Caixa. Acesse agora mesmo.

http://www1.caixa.gov.br/download/asp/download.asp?subCategId=297&CategId=72&subCateglayout=Cartilhas&Categlayout=A%20CAIXA

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