Entradas do Novembro 2008
A Carta de Crédito FGTS – Operações Coletivas é uma linha de crédito que permite a formalização de parceria com entidades organizadoras no intuito de facilitar o acesso à casa própria para pessoas com renda familiar bruta de até R$ 1.875,00.
Condições de participação
Entidade Organizadora/Pessoa Jurídica
- Ter situação cadastral regular e ser legalmente constituída;
- Ser aprovada nas análises de risco de crédito e ter capacidade de pagamento, quando necessário.
Entidade Organizadora Poder Público
Ter situação regular junto ao INSS, FGTS, Receita Federal e CADIN; atender às exigências da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentária, LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal e no caso de garantia caução de depósitos ou alienação de bens próprios é necessária a existência de Lei Autorizativa.
Proponente/Pessoa Física
- Ter capacidade civil;
- Ser maior de 18 anos ou emancipado;
- Ser brasileiro ou naturalizado. No caso de estrangeiro, ser detentor de visto permanente no País;
- Não ser titular de financiamento ativo no SFH em qualquer parte do país;
- Não ser promitente comprador ou proprietário/cessionário de outro imóvel residencial, urbano ou rural, situado no atual local de domicílio e nem onde pretende fixá-lo;
- Não ter recebido, a partir de maio/2005, desconto concedido com recursos do FGTS;
- Análise de risco de crédito e apuração da capacidade de pagamento quando for o caso;
- Nas operações com garantia caução é dispensada a avaliação de risco de crédito e apuração da capacidade de pagamento dos beneficiários.
Situação do imóvel/lote/terreno
Imóvel deve apresentar área com situação regular.
Limite de renda familiar
O limite de renda familiar bruta para enquadramento no Programa é de R$ 200,00 a R$ 1.750,00, exceto para modalidade Aquisição de lote urbanizado cuja renda é de R$ 200,00 a R$ 900,00.
Limites de financiamento, valor venal e prazo de amortização
Definidos de acordo com a renda, modalidade e da garantia adotada.
Limite de comprometimento de renda
Garantia Caução:
Até 30% da renda familiar mensal bruta, considerando-se exclusivamente a prestação de amortização e juros (a+j).
Demais Garantias:
Até 30% da renda familiar mensal bruta, considerando o somatório da prestação de amortização e juros (a+j) e prêmios de seguros, observada, ainda, a capacidade de pagamento apurada na análise de risco de crédito.
Limite de idade do proponente
Para cobertura securitária, a idade do proponente mais idoso, somada ao prazo de amortização, não pode ultrapassar 80 anos.
Sistema de amortização
SAC – Sistema de Amortização Constante.
Categorias: O Setor Imobiliário
Etiquetado: Caixa, carta de crédito, CEF, FGTS, operacoes coletivas
Brasilia, 17 de Novembro de 2008
Linha tem taxas de juros diferenciadas A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, assina nesta segunda-feira (17/11), convênio com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para concessão de crédito imobiliário para servidores públicos federais. Ao todo, mais de 1,3 milhão de pessoas, entre ativos, aposentados e pensionistas serão beneficiadas com taxas de juros especiais. A parceira possibilitará o financiamento de até 100% do imóvel, com taxas pós-fixadas que variam de 8,40% a.a. a 11,50% a.a, com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As modalidades vão desde imóvel usado, construção até imóvel na planta. Para a presidenta da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho, essa parceria é mais uma mostra da missão do banco em facilitar o acesso à casa própria. “Os servidores federais terão condições especiais para o financiamento”, avalia. O convênio também possibilita condições especiais para os beneficiários que optarem utilizar o Construcard CAIXA, consórcios imobiliário e automóveis, além de tarifas especiais no cheque especial e anuidade de cartões. Para a linha de financiamento de material de construção, o tomador terá prazo de até 60 meses para quitar a dívida. Já nos consórcios há desconto de 100% na taxa de administração antecipada. Além deste convênio, a CAIXA oferece a condição de contratações de operações de crédito imobiliário em condições especiais para servidores públicos estaduais, municipais e, também, para empregados de empresas privadas, com débito das prestações na folha de pagamento. Para tanto, basta que os empregadores procurem as superintendências regionais da CAIXA e negociem as condições operacionais. O evento conta com a participação do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, do ministro da Previdência Social, José Barroso Pimentel, do vice-presidente de Atendimento e Distribuição da CAIXA, Carlos Borges, do superintendente nacional da CAIXA, José Henrique M. da Cruz, da superintendente nacional de Habitação Bernardete Maria Pinheiro Cury, entre outros convidados. Confira abaixo as condições especiais da nova linha de crédito:
| SFH |
Condição |
Taxa Efetiva |
Quota |
Prazo |
| Sem relacionamento |
8,90% a.a. |
Até 360 meses – 70%
Até 240 meses – 80%
Imóvel na Planta – 90% |
| Crédito de salário + pacote de produtos (conta corrente com CROT e cartão de crédito) |
8,40% a.a. |
Até 100% ou carência de 06 meses |
Até 30 anos |
|
|
|
|
|
| Imóveis fora do SFH |
Condição |
Taxa Efetiva |
Quota |
Prazo |
| Sem relacionamento |
11,50% a.a. |
Até 360 meses – 70%
Até 240 meses – 80%
Imóvel na Planta – 90% |
| Crédito de salário + pacote de produtos (conta corrente com CROT e cartão de crédito) |
11,00% a.a. |
Até 100% ou carência de 06 meses |
Até 30 anos |
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
http://www1.caixa.gov.br/imprensa/imprensa_release.asp?codigo=6609232&tipo_noticia=0
Categorias: Sem-categoria
Etiquetado: Caixa, financia, imóveis
Procura-se corretores de imóveis. Paga-se bem
Profissão torna-se a menina-dos-olhos do mercado imobiliário. Escolas da Região Sul lucram com a demanda
Por: Marcos Graciani
Recentemente, uma imobiliária localizada no Sul do Brasil fez um pedido inusitado: solicitou não apenas um, mas nada menos do que 50 estagiários de um curso técnico de corretor de imóveis. O detalhe é que não se trata de um fato isolado. Esse tipo de demanda se revela cada vez maior, e os pedidos por novos profissionais têm se repetido constantemente nas escolas de ensino técnico do setor. A história serve perfeitamente para explicar como o setor imobiliário, ainda que em meio à turbulência global, consegue colher bons frutos de uma economia solidificada.
Com isso, quem tem lucrado – é claro – são as escolas que formam técnicos em corretagem imobiliária. O Instituto Gaúcho de Educação Profissional (IGEP), de Porto Alegre, não tem do que reclamar. Em outubro, por exemplo, o número de matrículas foi encorpado consideravelmente. A busca por vagas simplesmente triplicou.Nas escolas, o aluno tem a possibilidade de escolher se quer fazer o curso à distância ou com aulas presenciais. “Imóvel é moeda forte hoje em dia. Há muitos investidores trocando ações por ativos imobiliários, atualmente considerados mais seguros”, explica Luiz César da Silva, supervisor comercial do IGEP.
Ao que pode notar, os executivos das três redes de ensino estão bastante entusiasmados. Silva projeta que o setor imobiliário deverá manter um ritmo constante de crescimento pelo menos até 2020. O supervisor comercial do IGEP cita como exemplo os financiamentos para casa própria com dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): a expectativa é de que essas linhas de crédito recebam R$ 11,8 bilhões no ano que vem. O valor é 40% superior ao disponibilizado em 2008. Outra motivação para quem pretende ser corretor de imóveis está na possibilidade de conquistar uma renda prá lá de atraente. Dependendo do número de negócios fechados, um corretor pode embolsar de R$ 5 mil a R$ 40 mil em apenas um único mês. Via de regra, quando vende, o profissional recebe 6% de comissão. Já na locação este percentual sobe para 10%.
fonte: http://www.amanha.com.br/NoticiaDetalhe.aspx?NoticiaID=7de8a184-6fdb-4c5c-817b-1ac4bc76c867
Categorias: Mercado Curitibano · O Setor Imobiliário
Brasilia, 14 de Novembro de 2008
Banco e prefeitura do município assinam acordo que beneficiará mais de 32 mil pessoas A Caixa Econômica Federal e a Prefeitura de Curitiba assinaram ontem (13) convênio que facilitará o acesso dos servidores municipais ativos e inativos a financiamento habitacional e empréstimo consignado. Também foi assinado Termo de Compromisso para contratação de 1.882 unidades habitacionais em 16 empreendimentos imobiliários na capital do Paraná, com o valor de investimento total de mais de R$ 42 milhões. O convênio “Casa Própria do Servidor” beneficiará mais de 32 mil servidores municipais por meio da possibilidade de aquisição de apartamentos do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) e de apartamentos do programa Imóvel na Planta, pela Companhia de Habitação de Curitiba (COHAB). O acordo prevê, ainda, a concessão de financiamento habitacional para compra de imóveis novos e usados, terrenos e material de construção diretamente com a CAIXA. O Termo de Compromisso para contratação das 1882 unidades, que utilizarão recursos de 2008 e serão construídas em 2009, prevê unidades com financiamento nas modalidades PAR, destinados ao atendimento de famílias com renda de até R$ 2 mil; Programa de Apoio à Produção e Programa das Operações Coletivas – Parcerias, que possui recursos do FGTS e é destinado ao atendimento de famílias com renda de até R$ 900,00. Os empreendimentos do PAR serão construídos nos bairros CIC e Sítio Cercado, totalizando 922 unidades. O Programa de Apoio à Produção contará com dois empreendimentos no CIC, com 112 unidades e o programa Operações Coletivas – Parcerias, terá um empreendimento do bairro do Tatuquara e um no Ganchinho, num total de 148 unidades. Os acordos foram firmados em cerimônia realizada na sede da prefeitura e contou com a participação do prefeito, Beto Richa, do superintendente regional da CAIXA em Curitiba, Jorge Kalache Filho, entre outras autoridades locais. “A CAIXA é a grande parceira de Curitiba, sem ela muitos dos avanços sociais conquistados não teriam sido possíveis”, destacou Beto Richa durante a cerimônia. PAR Os representantes da CAIXA participaram ainda da cerimônia de entrega de 286 apartamentos no Bairro Novo, financiados pelo PAR. As unidades destinam-se a famílias cadastradas da COHAB, com renda entre R$ 1.200,00 e R$ 1.800,00. O contrato de arrendamento é de 15 anos e a partir do quinto ano as famílias têm direito à compra dos imóveis. Cada condomínio tem área de estacionamento, recreação, salão de festas e churrasqueira, beneficiando mais de 1000 pessoas. Assessoria de Imprensa da CAIXA – Regional Curitiba Tel.: (41) 3544 5610 / 5613
fonte: http://www1.caixa.gov.br/imprensa/imprensa_release.asp?codigo=6609222&tipo_noticia=0
Categorias: Mercado Curitibano
Incorporadora Abyara vende ativos para fazer caixa
Publicado em 01/11/2008 | AGÊNCIA ESTADO
A Abyara Planejamento Imobiliário anunciou que vai se desfazer de alguns terrenos e sair de parte dos empreendimentos em que atuava em parceria com outras incorporadoras, como a Agra e a Bueno Netto. A empresa, que até agosto acumulava uma dívida de R$ 378,5 milhões, enfrenta dificuldades financeiras. Sem crédito disponível, ela tem pressa em levantar capital para continuar tocando seus projetos. Em nota, a Abyara informou que a decisão foi tomada para “recompor sua situação de caixa e, desta forma, preservar a saúde financeira da companhia”.
Em meados de agosto, a Abyara divulgou que sua necessidade de caixa até 2009 era de R$ 231 milhões. A maior parte refere-se à necessidade de caixa para 2009 e está relacionada a vencimentos de dívidas.
Essa não é a primeira empresa imobiliária com ações listadas na Bovespa a tomar essa atitude. Em agosto, a InPar decidiu vender parte de seus ativos para fazer caixa para comprar terrenos. As duas empresas são consideradas as mais fragilizadas do setor. Elas estabeleceram metas arrojadas para seu tamanho e não conseguiram cumprir os planos por falta de crédito.
Ontem, as ações da Abyara estavam cotadas a R$ 1,55. Em um ano, a desvalorização já chegou a 95%, o pior desempenho entre as empresas imobiliárias. “Todo o mercado está precificando que elas estão quebradas. O erro delas foi acreditar num cenário de muito otimismo”, afirma o analista do Fator, Eduardo Silveira. “No caso da Abyara, vejo um erro de planejamento. Ela fez um IPO pequeno porque era apenas uma corretora. Mas, no meio do caminho, decidiu incorporar, o que exige muito mais capital.”
Em agosto, a Abyara vendeu sua corretora para a BR Brokers por R$ 250 milhões. Na ocasião, o Morgan Stanley mostrou-se disposto a colocar mais dinheiro no negócio. Fontes próximas à companhia não acreditam que isso ocorra, já que o fundo imobiliário do banco, um dos maiores do mundo, já perdeu muito dinheiro com a crise global.
fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=823683&tit=Incorporadora-Abyara-vende-ativos-para-fazer-caixa
Categorias: Investimento · Mercado Curitibano · O Setor Imobiliário
Etiquetado: Abyara, ativos, banco, br brokers, Caixa, crise global, crise imobiliária, desvalorização, Morgan Stanley, sem crédito, vende terrenos