Mundo Imobiliário

Cuidando do seu aluguel …

9 Junho, 2009 · 8 Comentários


Locação e Administração de Locação

Locação e Administração de Locação

Aumentar o valor

O reajuste deve ser feito uma vez ao ano com base no índice determinado no contrato (o mais utilizado é o Índice Geral de Preços de Mercado / IGP-M). Mas você pode (e deve!) utilizar argumentos para tentar evitar o aumento.

Primeiro, pesquise o valor dos aluguéis na vizinhança. Diga ao proprietário que você encontrou imóveis iguais ao seu com um preço inferior ao que você irá pagar com o reajuste.

Se você quita os aluguéis sempre em dia e cuida bem da casa, isto conta pontos a seu favor. Em último caso, lembre o locador que se você sair do imóvel, ele corre o risco de não conseguir alugar a casa tão rapidamente e ficar no prejuízo.

fonte: http://mdemulher.abril.com.br/dinheiro/reportagem/orcamento-domestico/negocie-seu-aluguel-424646.shtml

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Comprar a casa própria à vista ainda é melhor

9 Junho, 2009 · Deixe um comentário

Folha de São Paulo, Denyse Godoy, 08/jun

Da mesma forma que tem animado os investidores a aplicar em imóveis, a recente queda dos juros no país reaviva o sonho de comprar a casa própria. Os interessados acham que, como os empréstimos ficarão mais baratos e as aplicações no mercado financeiro tendem a dar menores retornos, usar o crédito com o objetivo de adquirir o primeiro imóvel é uma atitude inteligente pensando no longo prazo.

No entanto, de acordo com os especialistas do setor, juntar dinheiro para comprar o imóvel à vista continua sendo mais vantajoso.

Os juros praticados pelos bancos no financiamento habitacional -entre 8,2% e 11,5% ao ano, mais TR (Taxa Referencial), no caso da Caixa Econômica Federal- ainda são elevados e não acompanham de perto a Selic, a taxa básica de juros brasileira.

Além disso, existe um limite virtual para a redução dos juros dos empréstimos imobiliários. Por lei, 65% dos recursos depositados nas cadernetas de poupança devem ser direcionados ao SFH (Sistema Financeiro de Habitação). Os juros cobrados dos mutuários remuneram os poupadores, os quais têm garantidos rendimento mínimo anual de 6% ao ano mais TR.

O retorno das aplicações financeiras -mesmo desconsiderando a Bolsa de Valores, que traz mais risco- segue compensador na comparação com o custo do crédito.

“As famílias devem fazer uma conta simples. Se desejam comprar um imóvel que vale R$ 150 mil, a prestação que pagariam seria de aproximadamente R$ 1.500 por mês. Alugando um apartamento por R$ 700 e guardando os R$ 800 da diferença, em nove anos consegue-se adquirir à vista o imóvel que levaria 30 anos para quitar”, afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos. “O montante pago em um empréstimo é suficiente para comprar até três casas, no final.”

Na opinião dele, o brasileiro precisa mudar a mentalidade e entender que não deve pagar juros e, sim, poupar para comprar à vista.

“Guardar é um hábito. Caso seja muito difícil separar o dinheiro do orçamento, existem algumas opções para tornar a poupança para o imóvel próprio obrigatória, como colocar os recursos em um fundo de previdência privada -o qual exige contribuições periódicas de valores determinados- ou participar de um consórcio”, sugere Domingos. “Só é preciso ficar atento às taxas de administração e de carregamento cobradas.”

Se entrar em um financiamento é inevitável, o melhor é dar a maior entrada possível e evitar os prazos extensos demais. “As pessoas esquecem que vão querer trocar de imóvel no futuro”, alerta Haroldo Vale Mota, professor da Fundação Dom Cabral.

É preciso considerar também os imprevistos que podem surgir pelo caminho, como a perda de emprego, e não comprometer uma parcela grande demais da renda com as mensalidades.

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Aluguéis: renovar é mais vantajoso do que procurar novo imóvel, diz Secovi-SP

9 Junho, 2009 · Deixe um comentário

Por: Gladys Ferraz Magalhães

05/06/09 – 11h37
InfoMoney

SÃO PAULO – Quem mora de aluguel sabe, quando chega o período de aniversário do contrato sempre surge a dúvida: continuar onde está ou procurar um novo imóvel? Segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), se a ideia é economizar, a primeira opção é a mais vantajosa.

Dados preliminares do levantamento mensal de valores de locação, realizado pela entidade, indicam que o aumento dos preços médios do aluguel em maio, na comparação com o mesmo período do ano passado, na capital paulista, deve ficar próximo dos 11%.

Caso a projeção se confirme, a diferença entre a valorização dos aluguéis negociados e a atualização monetária dos contratos vigentes e com direito a reajuste em junho pode superar 7%.

Em outras palavras, quem procura imóvel para alugar se depara com aluguéis cada vez mais caros, por conta da escassez de propriedades para locação. Já quem renova o contrato anual tem reajustes mais amenos, visto que o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, tem apresentado deflação nos últimos meses, acumulando variação de -1,14% entre janeiro e maio deste ano.

Aluguéis
Um indício de que as pessoas estão realmente preferindo continuar nos atuais contratos do que ir em busca de novos é a pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), no último dia 27 de maio.

O estudo revela que a locação de imóveis residenciais caiu 9,1% entre fevereiro e março deste ano, fazendo com que o índice estadual de locação recuasse de 2,12 para 1,92 no período.

Na ocasião, os imóveis com aluguel de até R$ 600 foram os preferidos, alcançando 72,53% no ABCD, Guarulhos e Osasco. Nas cidades do interior, a proporção foi de 66,55%. Já na capital, as habitações com aluguel de até R$ 600 responderam por 49,65% do total e, no litoral paulista, por 59,81%.

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