Mundo Imobiliário

Entendendo mais os IGPs …

9 Julho, 2009 · Deixe um comentário

Índice Geral de Preços tem deflação de 0,03% em junho

Thais Leitão - Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou deflação de 0,03% em junho, depois de ter subido 0,17% em maio. De acordo com os dados divulgados dia 17 pela Fundação Getulio Vargas (FGV), a queda foi puxada pelo recuo dos preços de produtos no atacado, que fizeram o Índice de Preços por Atacado (IPA) passar de 0,06% para -0,39%.

O minério de ferro (de -4,24% para -14,34%), os suínos (de 10,96% para -9,16%) e a soja em grão (de 5,47% para 3,02%) foram alguns dos produtos que mais contribuíram para a queda do IGP-10 em junho.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ficou em 0,27%, abaixo da variação verificada em maio (0,48%), influenciado pelos grupos alimentação (de 0,22% para -0,30%), especialmente frutas (de -2,46% para -8,11%) e hortaliças e legumes (de 2,43% para -1,22%); e saúde e cuidados pessoais (de 1,02% para 0,48%), principalmente medicamentos (de 3,56% para 0,94%) e cigarro (de 12,33% para 6,81%). Tiveram aumento para o consumidor os preços nos grupos habitação (de 0,46% para 0,57%); educação, leitura e recreação (de -0,12% para 0,10%) e vestuário (de 0,44% para 0,46%). Os transportes mantiveram a taxa da última apuração (-0,15%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que compõe o IGP-10 junto com o IPA e o IPC, registrou alta de 1,66%, acima do resultado do mês anterior (0,12%). As taxas dos três grupos componentes do índice subiram: materiais e equipamentos (de -0,95% para -0,32%); serviços (de 0,24% para 0,63%) e mão de obra (de 1,09% para 3,72%).

Com o resultado de junho, o IGP-10 acumula no ano queda de 1,19%, enquanto nos 12 meses fechados em maio registra alta de 2,30%. O período de coleta de preços para o IGP-10 deste mês foi de 11 de maio a 10 de junho.

O IGP-10 é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP) e registra a inflação desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

Fonte: Agência Brasil

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O Seu Aluguel em Julho/2009

9 Julho, 2009 · 2 Comentários

A grande dúvida, que tem surgido entre nossos leitores, dos quais agradeço desde já a confiança e a gentileza de acompanhar este blog, está na questão em que durante estes últimos meses, o índice de reajuste (IGP-M/FGV) se apresentou negativo.

Seria uma dificuldade matemática dos leitores? Não

Muitos me perguntam: “Como calcular um índice negativo?”

Porem, a dificuldade não é matemática, e sim lógica!

Porque a maioria dos proprietários de imóveis para locação, entendem e esperam ganhar, e a lógica do ganhar é sempre aumentar.

Traduzindo a pergunta (“Como calcular um índice negativo?”): como poderei aumentar mais meu ganho?

Por outro lado, aqueles que pagam seus alugueis, quando fazem a mesma pergunta, querem dizer, “como posso pagar menos?”

Isso, reflete ainda, um tempo de altas inflações que permanecem no subconsciente de cada brasileiro. Que traz uma sensação, do tipo, “estão me enganando …” ou “estou perdendo …”

Reproduzi uma espécie de tabela, abaixo, mostrando, que houve um aumento, porem, moderado. E, que isto demonstra que estamos começando a equilibrar as nossas contas. Para os proprietários existem os aumentos e as garantias de ganho ano após ano. E, para os inquilinos, as garantias de que poderão pagar no dia do vencimento.

Aluguel:  R$ 100,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 101,53
Aluguel:  R$ 200,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 203,05
Aluguel:  R$ 300,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 304,58
Aluguel:  R$ 400,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 406,10
Aluguel:  R$ 500,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 507,63
Aluguel:  R$ 600,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 609,15
Aluguel:  R$ 700,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 710,68
Aluguel:  R$ 800,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 812,21
Aluguel:  R$ 900,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 913,73
Aluguel:  R$ 1.000,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.015,26
Aluguel:  R$ 1.100,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.116,78
Aluguel:  R$ 1.200,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.218,31
Aluguel:  R$ 1.300,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.319,84
Aluguel:  R$ 1.400,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.421,36
Aluguel:  R$ 1.500,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.522,89
Aluguel:  R$ 1.600,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.624,41
Aluguel:  R$ 1.700,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.725,94
Aluguel:  R$ 1.800,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.827,46
Aluguel:  R$ 1.900,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 1.928,99
Aluguel:  R$ 2.000,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.030,52
Aluguel:  R$ 2.100,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.132,04
Aluguel:  R$ 2.200,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.233,57
Aluguel:  R$ 2.300,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.335,09
Aluguel:  R$ 2.400,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.436,62
Aluguel:  R$ 2.500,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.538,15
Aluguel:  R$ 2.600,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.639,67
Aluguel:  R$ 2.700,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.741,20
Aluguel:  R$ 2.800,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.842,72
Aluguel:  R$ 2.900,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 2.944,25
Aluguel:  R$ 3.000,00 – Variação do índice: 1,5258% – Valor reajustado: R$ 3.045,77

Ok?

Derville

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Famílias da cidade industrial recebem chave da casa própria

9 Julho, 2009 · Deixe um comentário

Desta vez, o programa habitacional do município beneficiou 227 famílias que estavam inseridas no cadastro da Cohab

O prefeito Beto Richa entregou ontem mais três empreendimentos do programa habitacional do município, beneficiando 227 famílias que estavam inscritas no cadastro da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab).

“Com esta nova entrega, o programa habitacional do município amplia sua atuação e atende um importante segmento de sua clientela, formado pelas famílias que estão inscritas na Cohab”, explicou o prefeito durante a solenidade de entrega.

A construção das unidades, que significou um investimento de R$ 12,2 milhões, é resultado de parceria firmada entre a Cohab e a Caixa Econômica Federal. “Esta é uma ação que está dando certo em Curitiba e que tem sido reconhecida e elogiada pelo governo federal”, disse Richa.

As unidades entregues – 208 apartamentos e 19 sobrados – estão localizados na rua João Dembinski, na Cidade Industrial, em meio a uma região com urbanização consolidada.

A entrega dos sobrados e apartamentos teve a presença do vice-prefeito Luciano Ducci, da presidente da Fundação de Ação Social, Fernanda Richa, do presidente da Cohab, Mounir Chaowiche, e do administrador regional da CIC, Dirceu de Matos. Também estavam presentes os vereadores Luiz Felipe Braga Cortes, Dirceu Moreira e Serginho do Posto, além do deputado estadual Mauro Moraes.

As 227 unidades estão distribuídas em três empreendimentos – os Residenciais Curitiba (112 apartamentos), Guarapuava (96 apartamentos) e Paranavaí (19 sobrados) – e foram destinadas a famílias com renda em torno de quatro salários mínimos. Elas haviam assinado contrato de financiamento no ano passado e puderam acompanhar o andamento das construções.

Jair de Oliveira Lima vai ocupar com a esposa Luciana uma das unidades do Residencial Curitiba. Eles vão deixar para trás o aluguel e, agora, vão investir dinheiro na casa nova. “Ter um imóvel próprio era o meu sonho. O dinheiro gasto todo mês com locação não tem retorno e por isso compensa mais pagar a prestação de um financiamento e garantir um patrimônio para o resto da vida”, falou Lima.

A escrituraria Rosani da Veiga também estava realizada. Ela vai morar um dos apartamentos do Residencial Curitiba com um filho de 13 anos. “Será o meu primeiro imóvel”, disse. Rosani mora com a mãe no mesmo bairro e acompanhou dia a dia a construção.

Os Residenciais foram construídos em terrenos que pertenciam à Cohab, ao lado de conjuntos habitacionais mais antigos e, por isso, contam com boa infra-estrutura e oferta de equipamentos e serviços públicos na vizinhança. Os dois condomínios de apartamentos têm área de estacionamento e recreação, salões de festas e churrasqueira.

Os recursos para as obras são originários do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e foram liberados pela Caixa de acordo com as normas do programa Imóvel na Planta, que prevê a comercialização das unidades ainda na fase de projetos. “Esta é uma alternativa de atendimento que têm grande aceitação entre os candidatos à casa própria”, diz o presidente da Cohab, Mounir Chaowiche.

Os apartamentos têm dois quartos e estão organizados em condomínios, formados por blocos de até quatro pavimentos, com área de estacionamento e recreação. Os sobrados também têm dois quartos e formam um condomínio à parte.

Fonte: Jornal do Estado (PR)

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