Mundo Imobiliário

Muita atenção e boas férias …

10 Julho, 2009 · Deixe um comentário

Vai viajar para a praia nas férias? Aluguel quase triplica, dependendo do local

Por: Gladys Ferraz Magalhães - 09/07/09 – 15h32 - InfoMoney

SÃO PAULO – Quem quiser fugir da lotação das cidades serranas neste inverno e for para o litoral deve ficar atento: o preço das locações de imóveis varia quase três vezes (181,01%), dependendo do local. A diária de um apartamento com três dormitórios, por exemplo, vai de R$ 155 (Litoral Sul) a R$ 435,56 (Litoral Central).

De acordo com os dados divulgados na última quarta-feira (8) pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), na melhor das hipóteses, a diferença entre o menor e o maior preço é de 76,47%, para as casas com dois quartos no Litoral Sul (R$ 170 a diária) e no Litoral Central (R$ 300).

Quanto custa

Na tabela abaixo, é possível conferir o valor médio das diárias das casas e apartamentos oferecidos no litoral paulista para estas férias:

Tipo Litoral Sul Litoral Central Litoral Norte
Apto
(quitinete)
R$ 62,50 R$ 250 -
Casa
(um quarto)
- - R$ 110
Apto
(um quarto)
R$ 88,57 R$ 181,67 R$ 90
Casa
(dois quartos)
R$ 170 R$ 300 R$ 223,33
Apto
(dois quartos)
R$ 124 R$ 276,67 R$ 150
Casa
(três quartos)
R$ 220 R$ 492,86 R$ 309,09
Apto
(três quartos)
R$ 155 R$ 435,56 R$ 200
Casa
(quatro quartos)
R$ 300 R$ 825 R$ 644,17
Apto
(quatro quartos)
- R$ 607,14 R$ 200

Fonte: Creci-SP

Variações

Apenas para se ter uma ideia, passar cinco dias em um apartamento de três dormitórios no Litoral Central representa um gasto de quase R$ 2.200, enquanto no Sul o gasto seria de R$ 775 e, no Norte, de R$ 1 mil.

Ainda segundo o Creci, entre julho do ano passado e deste ano, o aumento no valor da diária atingiu 115,46%, verificados nas casas de três dormitórios do Litoral Central, cujo valor da diária passou de R$ 228,75 para R$ 492,86.

Por outro lado, também houve quedas, sendo a maior delas verificada nos apartamentos de três dormitórios do Litoral Norte, -9,68%, de R$ 221,43 para R$ 200, em um ano.

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IGP-M deve baixar o valor de aluguéis em agosto

10 Julho, 2009 · 29 Comentários

Jornal do Brasil, 10/jul

Inquilinos com contratos que vencem em agosto, e com correção pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), podem ter o valor do aluguel reduzido. Isto deve ocorrer se a tendência de deflação do indicador se mantiver em julho, conforme previsto pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na primeira prévia deste mês, a taxa verificada pelo instituto foi de -0,23%, acumulando variação negativa de 0,47% em 12 meses.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato das empresas de compra, venda, locação e administração de imóveis (Secovi-Rio), Manoel da Silveira Maia, o reajuste do aluguel deve respeitar a variação do índice escolhido – o mais utilizado nos contratos de aluguel é exatamente o IGP-M dos 12 meses anteriores.

Equidade

- Da mesma forma que é corrigido quando se tem alta, deve ser reduzido quando se tem deflação. É um respeito ao contrato – explicou Maia.

O executivo lembra que os contratos já tiveram reajustes negativos em maio de 2006, quando o IGP-M apresentou deflação de 0,92% no acumulado de um ano.

- Se a variação é para menos, infelizmente, os proprietários devem arcar com isso. No Rio de Janeiro, cerca de 85% dos contratos são reajustados pelo IGP-M, 10% pelo IGP-DI e o restante por outros índices – informou.

Em queda

Assim, caso a tendência de variação negativa do indicador se mantenha em julho, a maioria dos contratos de aluguel com vencimento em agosto deve ter os valores reduzidos. Por exemplo, um contrato no valor de R$ 700 deve cair para R$ 696,71, se aplicada a variação dos últimos 12 meses informada na primeira prévia de julho (-0,47%).

Para os contratos que terão reajuste em julho (que levam em consideração os valores do indicador até junho) a variação é positiva de 1,52%. A maioria dos locadores adota o IGP-M como indexador dos contratos porque o índice avalia os preços do mercado. Entre seus componentes estão os preços por atacado (IPA), os preços ao consumidor (IPC) e os custos da construção (INCC).

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Governo veta 3 itens no ‘Minha casa, minha vida’

10 Julho, 2009 · 1 Comentário

O Fluminense, 10/jul

Financiamento de loles, sorteio eletrônico para desempate e legalização de imóveis de maior valor em Brasília são retirados do texto, na sanção

O Governo Federal sancionou ontem a lei com as regras do programa habitacional “Minha casa, minha vida”, que pretende construir 1 milhão de casas em todo o País.

O presidente em exercício José Alencar, no entanto, vetou três pontos do programa: a inclusão do financiamento de lotes para famílias com renda de até seis salários mínimos (R$ 2.790); a obrigatoriedade de realização de sorteio eletrônico público no desempate para a distribuição das residências e a possibilidade dos imóveis de classes média e alta situados no Distrito Federal terem regularização fundiária facilitada.

Essas modificações haviam sido incluídas no texto original durante as discussões no Congresso Nacional

Um dos vetos de José Alencar exclui do programa o financiamento com subsídio da União para produção e aquisição de lotes urbanizados sem vinculação a um projeto de construção de imóveis.

Para justificar o veto, o governo afirmou que a aquisição de lotes isoladamente não garante um dos principais objetivos do programa: a geração de emprego e renda, com o aumento da demanda na construção civil. Também argumentou dificuldade em controlar a exigência ia que havia sido feita no texto, para que a família que comprasse o lote iniciasse a construção dentro de seis meses

“O acesso aos recursos do programa deve se dar para realização de obra, ainda que nessa destinação esteja inclu¬ída a aquisição da terra, mas sem que haja a oportunidade de aquisição de lotes isoladamente”, disse o presidente em exercício, José Alencar.

O governo também tirou do texto final, a obrigatoriedade de realização de sorteio eletrônico público para distribuição das residências destinadas a famílias com renda mensal de até três salários mínimos (R$ 1.395).

Protesto

A decisão gerou polêmica Para a oposição, esse era um instrumento que garantiria “impessoalidade na seleção” dos beneficiados e evitaria o uso eleitoreiro do programa. O governo disse que o sorteio eletrônico dificulta a “operacionalização do programa”.

Em nota oficial, o líder do PSDB na Câmara, deputado José Aníbal, tratou como “inadmissível e incompreensível” o argumento do governo.

O terceiro veto impede que famílias das classes média e alta do Distrito Federal sejam beneficiadas pelo processo simplificado e administrativo de regularização de terras.

Para o governo, as novas regras que facilitam a regularização fundiária devem valer para áreas ocupadas por população de baixa renda, o que está em sintonia com o princípio da igualdade” previsto na Constituição e se justifica pela renda dos beneficiados.

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Reajuste com diversos índices

10 Julho, 2009 · Deixe um comentário

Como alguns leitores solicitaram, faremos um comparativo entre índices.

Lembramos, que para cada índice uma finalidade. Não é uma escolha do melhor ou maior ou menor, de acordo com cada interesse pessoal.

Neste exemplo:

Data base: 10-jul-2008 para ser reajustado para 10-jul-2009

Valor a ser reajustado: R$ 1.000,00

Resultados:

Variação do índice IGP-M: 1,5258 % = Valor reajustado: R$ 1.015,26

Variação do índice INCC: 7,6704 % = Valor reajustado: R$ 1.076,70

Variação do índice INPC: 4,9367 % = Valor reajustado: R$ 1.049,37

Variação do índice IPC-Br: 4,8615 % = Valor reajustado: R$ 1.048,62

Variação do índice IPC-FIPE: 4,2395 % = Valor reajustado: R$ 1.042,40

Variação do índice IPCA: 4,8018 % = Valor reajustado: $ 1.048,02

Assim, é possível ter uma idéia sobre a variação da inflação nesse período, embora setorial.

ok?

Derville

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Setor imobiliário na bolsa

10 Julho, 2009 · Deixe um comentário

Jornal do Commercio, Tatiana Gurjão, 06/jul

O Índice Ibovespa – que mede as 64 ações mais negociadas na Bovespa – encerrou a semana em queda de 1,07%. As perdas foram lideradas pela JBS ON (-7,16%), cotada ao final do pregão a R$ 6,87 e pela Redecard ON (-6,76%), a R$ 30,21. Em seguida, caíram os papéis da Votorantin PN (-5,64%), a R$ 20,76 e a Gol PN (-5,59%), valendo R$ 10,97.

“A semana foi fraca de indicadores, o que deixou os investidores apáticos com a Bolsa. O feriado nos EUA também contribuiu para o fraco desempenho da Bovespa”, disse o gestor do clube de investimentos da Horus Strategy, Daniel Castro.

As ações da Petrobras ON terminaram a semana em baixa de 4,80%, cotadas a R$ 37,90. “O papel subiu desde dezembro. É natural que os investidores colham os lucros”, analisou Christian Cayre, editor do blog CHR Investor.

O setor de aviação acabou mal a semana, com a TAM PN apresentando perdas de 3,76%, a R$ 20,45, além da queda dos papéis da Gol. Para Cayre, o setor foi prejudicado devido à alta do preço do combustível de avião, à gripe suína e aos acidentes consecutivos. Os papéis da Redecard ON deslizaram, segundo ele, pelo lançamento da VisaNet. ” Quem tem preferência pela área, optou pela novidade da VisaNet”, avaliou.

As principais altas da semana foram alavancadas pela Duratex PN (+10,10%), a R$ 22,79, e Rossi ON (+7,60%), cotada a R$ 8,64. Outros destaques ficaram por conta da Sadia PN (+7,32%), a R$ 5,13, e Gafisa ON (+7,07%), custando R$ 16,80 .

“A Brazil Foods já nasceu bem sucedia, principalmente, pelo fato de o BNDES ter comprado 50% das ações, durante a oferta pública de ações. Isso tranquilizou os investidores”, completou Castro.

De acordo com Cayre, o fato de a Rússia ter aberto o mercado para a carne de frango estimulou a alta das ações da Perdigão e da Sadia. ” Com o incentivo russo para as importações de frango, a JBS despencou, enquanto as ações da Perdigão e da Sadia tiveram bons ganhos”, analisou.

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