Mundo Imobiliário

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Oportunidades para você!

15 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

Olá,

Como está, tudo bem?

Hoje, vc está com sorte!!!

Tenho ótimas oportunidades para vc comprar o seu imóvel em Curitiba:

Agua Verde – Apartamento – 11 o. andar – 156,92 m² – 3 dorm (1 suite) (com armários) – 1 vaga – R$250 mil

Água Verde – apartamento – 2 dorm (reformado – pode ser ampliado para 3 dorm), 1 vag. gar. livr e, (ocupado pelo prop), R. Mato Grosso – R$ 250 mil

Alto da XV – apartamento – 3 dorm – 180 m² – R$ 200 mil

Cabral – aparatamento – 4 dorm. 2 vagas, hidro, lareira, terraço, (NOVO) – 220m² – (ocupado pelo prop), R. Recife – R$ 450 mil – 3o. andar

Novo Mundo – Sobrado – 4 dorm (1 suíte) – (ocupado pelo prop) – 290m² – R$ 395 mil

Novo Mundo – Sobrado Triplex – 3 dorm (1 suite) – novíssimo – 196m² – R$ 330 mil

Portão – apartamento – 3 dorm – 1 vaga – (desocupado) – 81m² – R$ 140 mil

Portão – Área com 2 casas, 1600m2, ESTRUTURAL, (ocupado pelo prop), Paralela a Rep. Argentina, Colégio Pedro Macedo – R$ 2.200.000 – ideal para comércio

Portão – Área com 2 casas, 3600m2, ESTRUTURAL, (ocupado pelo prop), Próx. a Rep. Argentina, – R$ sob consulta – ideal para comércio, condomínio, etc.

Rebouças – Barracão – Escritório, 3 Bwc Social, Piso:CIMENTO/CERAMICA, 20X10 Vão Livre – 300 m² – R$ 360 mil

Rebouças – Ap 3 dorm (1 suite) – 1 vaga – (ocupado pelo prop), próx. baixada – R$ 270 mil

Santa Quitéria – Sobrado Triplex – 5 dorm – 2 vagas (desocupado) – com armarios – 240m² – R$ 480 mil

São Francisco – Terreno – ZR3 – 1.170m² – testada 18 m – R$ 765 mil

Vila Izabel – Cobertura duplex (falta acabamento)- 3 dorm, 1 vaga – (desocupado), próx. Corujão, R$ 450 mil

Qual lhe interessou mais?

Aguardo seu contato!

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O Mercado de usados retrae em São Paulo

17 Outubro, 2009 · Deixe um comentário

Mercado de usados reduz desempenho em São Paulo

Após alta superior a 10% em julho, venda de imóveis usados sofre queda na capital.

16/10/09 – Os mercados de imóveis usados e de locação residencial não sustentaram em agosto o bom desempenho que apresentaram em julho na cidade de São Paulo, quando as vendas haviam crescido 10,75% e a locação, 8,86%. Pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) com 426 imobiliárias registrou queda de 12,88% no número de imóveis alugados e de 38,7% no de casas e apartamentos vendidos nesse período.

O índice de vendas estava em 0,6357 em julho e recuou para 0,3897 em agosto – queda de 38,7% – com a venda de 166 imóveis. Os apartamentos responderam por 62,65% do total e as casas pelos restantes 37,35%. Já a locação de 953 imóveis fez o índice de locação da capital sofrer queda menor: (-)12,88%, de 2,5678 em julho para 2,2371 em agosto. A participação das casas foi de 53,93% do total de locações e a dos apartamentos, de 46,07%.

“É uma freada brusca logo na saída das férias de julho, que pode estar ligada a vários fatores, como o aperto no orçamento das famílias devido a gastos nas próprias férias, compra de bens duráveis como automóveis que tiveram imposto reduzido, dificuldade para conseguir empréstimo em bancos em condições suportáveis e até eventual inadequação da oferta com a demanda”, explica o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto.

A pesquisa mostrou que a Caixa Econômica Federal (CEF) financiou 41,57% dos imóveis vendidos em agosto, enquanto os demais bancos não passaram de 5,62%. Vendas à vista responderam por 50,56% do total, ficando as operações realizadas com financiamento direto dos proprietários e as efetuadas por meio do consórcio com 1,12% cada.

Os imóveis mais vendidos na foram aqueles com preço acima de R$200 mil – eles representaram 30,34% dos contratos negociados nas 426 imobiliárias.

Em agosto, o preço de imóvel usado que mais aumentou foi o de apartamentos de padrão médio construídos entre 8 e 15 anos e situados em bairros da Zona A, como Cidade Jardim, Higienópolis, Itaim Bibi. O metro quadrado desse tipo de imóvel custava, em média, R$2.068,97 em julho e subiu para R$2.769,23 em agosto, uma alta de 33,85%. O preço que mais baixou foi o de apartamentos mais simples, de padrão standard, construídos há mais de 15 anos e situados na Zona C, que agrupa bairros como Mirandópolis, Mooca, Santa Cecília. O metro quadrado caiu 26,65%, de R$1.866,66 em julho para R$1.369,23 em agosto.

Aluguel mais procurado – Casas e apartamentos com locação mensal de até R$600,00 foram os mais alugados em agosto, somando 57,01% do total de novos contratos.

O aluguel que mais subiu foi o de apartamentos de três dormitórios situados em bairros da Zona D – o valor médio pulou de R$990,00 em julho para R$1.280,00 em agosto, um aumento de 29,29%. A maior redução ocorreu no segmento de casas: residências de 3 dormitórios situadas na Zona C foram alugadas em média por R$785,56 em agosto – 32,34% a menos que os R$1.161,11 de julho.

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Usados ficam 20% mais caros em um ano

21 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

Gazeta do Povo em 20-09-2009

No embalo dos imóveis novos, os usados também estão mais caros. Entre agosto de 2008 e 2009 eles subiram cerca de 20%, segundo levantamento do Instituto Para na en­se de Pesquisa e Desenvol vi mento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar). Os imóveis residenciais tiveram reajustes de 19,35%, os comerciais, de 21,65%, e os terrenos, de 22,1%.

A procura por esse tipo de produto deve continuar aquecida, na avaliação do presidente do Sin di cato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), Luiz Carlos Bor ges da Silva. “O setor de usados acompanha o de novos. O governo federal já definiu que o setor imobiliário será um dos motores do crescimento da economia. Não vai faltar recursos para compra”, diz ele.

Há pelo menos dois anos os usados vêm ficando mais caros. Um apar tamento de 103 metros quadrados de área privativa no bairro Vi la Izabel, que há dois anos foi comprado por R$ 280 mil, hoje está à venda por até R$ 450 mil. A alta de preços, contudo, já freou um pouco o ritmo de vendas. O es toque de imóveis usados à venda em Curitiba estava em agosto em 11,3 mil unidades, contra 10,4 mil unidades no mesmo período do ano passado. Em maio, a carteira era de 12,3 mil.

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Moradia de Alto Padrão … como fica?

6 Julho, 2009 · Deixe um comentário

Moradia de alto padrão já ensaia volta

Valor Econômico, Daniela D’Ambrosio, 06/jul

Imóveis acima de R$ 1 milhão venderam como nunca no auge do mercado imobiliário. Até o primeiro semestre do ano passado, as construtoras inundaram diferentes bairros das mais diversas capitais com plantas de quatro dormitórios e superiores a 250 metros quadrados. A crise atingiu em cheio esse segmento – que ficou paralisado depois de setembro.

No primeiro trimestre, praticamente não houve lançamentos de alto e altíssimo padrão. O pouco que se vendeu foi, em sua maioria, de estoques – produtos lançados em 2008. Apenas na cidade de São Paulo, segundo dados da Embraesp e Secovi, de janeiro a abril deste ano foram vendidas 1,4 mil unidades de apartamentos de quatro dormitórios, queda de quase 50% sobre as 2,7 mil comercializadas no mesmo perído de 2008. Anualizado, o número deste ano seria o mais baixo dos últimos cinco anos.

Aos poucos, no entanto, as vendas começam a voltar, segundo os incorporadores. Embora de forma mais lenta do que em imóveis de menor valor. Menos retraídas, as empresas começam a fazer lançamentos pontuais. Aliás, cada novo produto que chega ao mercado é analisado com lupa por toda a concorrência – que chega a comemorar o bom desempenho do vizinho como termômetro de reação do mercado.

A Lindenberg, que atua somente no alto padrão, já sente o mercado reagir. “Na época da crise, parou totalmente; a liquidez era o mais importante”, afirma Adolpho Lindenberg Filho. A empresa fez dois lançamentos este ano. Um deles numa das áreas mais nobres de São Paulo, próximo ao Clube Pinheiros, com apartamentos que custam R$ 1,6 milhão, vendeu 19 dos 20 andares disponíveis. Na Moóca – bairro de classe média da Zona Leste – lançamento de R$ 1 milhão feito em junho, vendeu quatro de 20 apartamentos. “Apesar de o mercado estar voltando, os incorporadores estão muito mais seletivos, com uma preocupação enorme em não errar os próximos lançamentos”, afirma.

A JHSF vendeu 40% da unidades e a cobertura, avaliada em R$ 10 milhões, de um lançamento na Vila Nova Conceição feito no final do ano passado. “O alto padrão começou a voltar nos últimos 60 dias”, afirma Júlio Pina, vice-presidente da imobiliária Brasil Brokers.

A Eztec lançou um empreendimento no Paraíso – bairro que não tinha novos produtos há tempos – com preço médio de R$ 1,5 milhão e vendeu 85% no primeiro final de semana. Muitos lançamentos represados devem voltar no segundo semestre, avalia Pina. “O efeito psicológico do plano do governo no mercado em geral foi muito positivo.”

No mercado de imóveis usados, no entanto, o alto padrão segue como o patinho feio do setor. De acordo com Ademar Larine, presidente da Credipronto – parceria entre Itaú e a Lopes – e da Pronto – braço de usados da Lopes – imóveis acima de R$ 1 milhão continuam sofrendo bastante. “Apesar da melhora das vendas em junho, esse mercado não reagiu ainda”, diz Larine. (DD)

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Outras saídas … para o seu financiamento!

2 Junho, 2009 · 1 Comentário


sonho-da-casa-propria1SFH: Bradesco e Nossa Caixa ampliam prazos e reduzem juros

Em alguns casos, instituições reduziram para 8,9% ao ano os juros do financiamento de imóveis residenciais.

27/05/2009, São Paulo, SP - O Bradesco ampliou, de 25 para 30 anos, o prazo de financiamento da casa própria, em todas as modalidades enquadradas no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que opera com recursos originados na poupança. Por sua vez, a Nossa Caixa aplicou a ampliação do prazo, de 15 para 20 anos, somente para seu plano prefixado.

No Bradesco, juros de 8,9% para imóveis de até R$ 120 mil - Nas linhas de crédito do Bradesco, norteadas por contratos pós-fixados, para imóveis novos ou usados, avaliados em até R$ 120 mil, a taxa de juros caiu de 10% para 8,9% ao ano, equivalendo a 0,7% ao mês, mais a variação da Taxa Referencial (TR).

Para financiamento de imóveis com preço superior a R$ 120 mil e até R$ 500 mil, o Bradesco fez redução simbólica. Nestes casos, a taxa caiu de 11% para 10,9% ao ano. O comprador poderá financiar até 80% do valor de venda ou de avaliação do imóvel, desde que o comprometimento da renda líquida não ultrapasse a 30%.

Ainda em referência ao Bradesco, outras modalidades pós-fixadas tiveram seus juros reduzidos, a exemplo da carteira de imóveis comerciais. Neste caso, e desde que tais imóveis sejam adquiridos por pessoas físicas, os juros foram reduzidos em dois pontos percentuais, caindo de 16% para 14% ao ano, mais a variação da TR.

Na Nossa Caixa, redução vale para imóveis de até R$ 500 mil - 2,10 pontos percentuais é a redução do juro incidente sobre financiamento pela Nossa Caixa que, na taxa mínima, teve seus juros reduzidos, de 11% para 8,9%. Este percentual é aplicável para imóveis residenciais, enquadrados nas condições do SFH e avaliados em até R$ 500 mil. A Nossa Caixa passa a praticar igual taxa de juro também para empréstimos destinados a reformas.

No plano com reajuste, para imóveis acima de R$ 500 mil e reformas, agora os juros da Nossa Caixa são cobrados no montante de 12% ao ano, com queda de 0,50 ponto percentual em relação aos 12.5% praticados anteriormente. No plano prefixado, a taxa caiu de 16% para 15,08%.

Reformas - A Nossa Caixa também reduziu os juros dos empréstimos para reformas. Nesse segmento, houve unificação de taxas para clientes e para servidores públicos. No plano com reajuste da prestação, a taxa agora é de 12% ao ano – antes, clientes pagavam 12,5%. Na linha com prestação fixa, o juro passou a 15,08% ao ano – para clientes era de 16% e para servidores era de 15,50%. O prazo máximo de financiamento de reformas permanece em 60 meses. Neste caso, os limites de financiamento não mudaram, e podem chegar a 100% do orçamento do pretendente; ou 30% do valor de avaliação do imóvel.

Financiamento também para outros Estados - Os financiamentos concedidos pela Nossa Caixa destinam-se a imóveis localizados em todos os municípios do Estado de São Paulo; e cidades de outros Estados, onde a instituição possui agências: Belo Horizonte e Uberlândia, MG; Brasília, DF; Campo Grande, MTS; Curitiba e Londrina (PR); e Rio de Janeiro, RJ. Os interessados podem fazer simulação de financiamentos pelas novas condições no site: www.nossacaixa.com.br

fonte: http://imoveis.imovelweb.com.br/web/editorial/ver_artigo.aspx?ArtigoId=5894

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